A trilha, nível por nível

Do básico ao purple team. Só avance quando cumprir o critério de conclusão de cada nível.

NÍVEL 0

Fundamentos & Autorização

iniciante

Entender o terreno (web/HTTP/DNS/TLS/JWT) e as regras do jogo (ROE, ética, semáforo).

4 módulos · 66 aulas

Módulo 0 — Fundamentos: como a web funciona (o "porquê" antes do "como")

Fase 0.0 19 aulas
1 0.1 — A única mentalidade que importa Segurança não é decorar ataques. É um jeito de pensar com duas metades que você vai treinar ao longo de todo o curso:2 0.2 — Cliente e servidor: a conversa que sustenta a web Imagine um restaurante:3 0.3 — Anatomia de uma requisição HTTP (o coração de tudo) Toda interação na web é um par requisição → resposta. Se você entender as partes, entende 80% do curso. Vamos dissecar.4 0.4 — DNS: como um nome vira um endereço Computadores não se acham por nome (google.com), e sim por número (endereço IP, tipo 142.250.79.14). O DNS (Domain Name System) é a lista telefônica da internet: traduz nome → núm…5 0.5 — HTTPS e TLS: o cadeado (e o que ele NÃO faz) Quando a conversa cliente↔servidor viaja pela internet, ela passa por muitos computadores no caminho (seu roteador, seu provedor, backbones). Sem proteção, qualquer um no caminho…6 0.6 — Cookies, sessão e estado: por que o site "lembra" de você O HTTP é sem memória (stateless): cada requisição é independente, o servidor não lembra da anterior. Então como o site sabe que você continua logado ao clicar na próxima página?7 0.7 — Autenticação × Autorização (não confunda) Dois conceitos que parecem iguais e não são — e confundi-los causa falhas reais:8 0.8 — API, REST e JSON: como programas conversam { } = um objeto (conjunto de pares). [ ] = uma lista. "chave": valor.9 0.9 — Banco de dados e RLS: onde os dados moram O banco de dados é o "arquivo/almoxarifado" do sistema — guarda tudo em tabelas (parecidas com planilhas): uma tabela leads com colunas nome, whatsapp; uma tabela content_items, e…10 0.10 — Onde o código roda: cliente vs servidor (a fronteira que define segurança) Este conceito separa quem entende de quem não entende segurança web. Existem dois lugares onde código roda, e eles têm níveis de confiança opostos:11 0.11 — A tríade CIA e "superfície de ataque" Segurança protege três propriedades — a tríade CIA:12 0.12 — Como uma falha vira um ataque (o padrão universal) Quase toda vulnerabilidade segue o mesmo esqueleto:13 0.13 — Ligando ao projeto real (do conceito ao Feed de Monetização) Para não ficar abstrato, veja como cada conceito deste módulo aparece no sistema que você vai testar:14 Mini-quiz de fixação (responda antes de seguir) Tente responder sem olhar. Gabarito logo abaixo.15 Labs práticos deste módulo (a teoria vira mão na massa) Observe: as linhas > são o que você manda (método, Host, User-Agent); as < são o que o servidor responde (status, headers). Ligue à seção 0.3.16 Livros, cursos e recursos deste módulo Catálogo completo, por nível e por perfil, em BIBLIOTECA_E_RECURSOS.md.17 Aplicação direta ao seu perfil Foque em: 0.1 (mentalidade), 0.5 (o cadeado não é garantia), 0.7 (autenticação × autorização), 0.11 (tríade CIA).18 Nota multiplataforma (para "qualquer pessoa", em qualquer SO) O material do projeto assume Windows + Git Bash. Os conceitos acima são universais; os comandos mudam pouco:19 Glossário deste módulo (termos na ordem em que apareceram) Cliente / Servidor — quem pede / quem responde.

Módulo 1 — Redes para Cibersegurança

Fase 0.1 15 aulas
1 1. O modelo em camadas (o mapa mental) Redes funcionam em camadas: cada uma resolve um problema e entrega para a próxima. Você não precisa decorar as 7 do modelo OSI — precisa da versão prática (TCP/IP), 4 camadas:2 2. IP e endereçamento (IPv4 / IPv6) Todo dispositivo tem um endereço IP — o "número de telefone" na rede.3 3. Portas e sockets Um IP leva ao computador; a porta leva ao serviço dentro dele.4 4. TCP vs UDP Dois jeitos de transportar dados na porta:5 5. DNS — como um nome vira um endereço O DNS traduz site.com → IP. É a "lista telefônica" da internet.6 6. HTTP / HTTPS (a camada onde você mais trabalha) Já visto no Módulo 0 (seção 0.3) — aqui o foco é onde a rede entra:7 7. TLS e certificados (o cadeado, por dentro) TLS cifra a conversa (HTTPS). O certificado prova que o servidor é quem diz ser.8 8. NAT — por que sua rede local "não é acessível" NAT (Network Address Translation) deixa vários dispositivos com IP privado compartilharem um IP público (o do seu roteador).9 9. Firewall — o porteiro Um firewall decide qual tráfego passa, por regra (IP de origem/destino, porta, protocolo).10 10. VPN e proxies — túneis e intermediários Proxy forward: um intermediário que faz requisições por você (esconde o cliente). O Burp Suite é um proxy de interceptação — ele senta no meio e deixa você ver/editar cada requisi…11 11. Cliente-servidor — juntando tudo: a viagem de um pacote Quando você abre https://site.com:12 12. Labs práticos (mão na massa) Observe: o IP que retorna; se há registros TXT de proteção de e-mail. Lição: é assim que o recon descobre sua superfície.13 13. Autoavaliação Responda de memória:14 14. Livros, cursos e recursos deste módulo 📗 Livro: Análise de Tráfego em Redes TCP/IP (João Eriberto Mota Filho, Novatec) — aprofunda captura e protocolos.15 15. Aplicação direta ao seu perfil 👤 Não-programador: foque nas seções 5 (DNS), 7 (TLS) e 9 (firewall) — é o suficiente para conversar sobre risco e cobrar controles. Pule captura de pacotes se quiser.

Módulo 2 — Linux & Windows para Segurança

Fase 0.2 16 aulas
1 A.1 — O modelo mental: "tudo é arquivo" + o shell No Linux, quase tudo é representado como arquivo: um documento, um dispositivo, uma conexão, até informação do sistema (em /proc). Você conversa com o sistema pelo shell (o termin…2 A.2 — O sistema de arquivos (onde as coisas moram) Linux organiza tudo a partir da raiz /. Os diretórios que importam para segurança:3 A.3 — Usuários, grupos e o root Cada pessoa/serviço é um usuário, com um número (UID). O root é o UID 0 — o superusuário, que pode tudo.4 A.4 — Permissões (o coração da segurança no Linux) Todo arquivo tem dono, grupo e permissões para três públicos: dono (u), grupo (g), outros (o) — cada um com r (ler), w (escrever), x (executar).5 A.5 — Processos e memória Um programa em execução é um processo, com um PID (número). O sistema roda dezenas.6 A.6 — Serviços (o que roda sozinho) Serviços (daemons) são programas que rodam em segundo plano (servidor web, SSH, banco). No Linux moderno, gerenciados pelo systemd:7 A.7 — Logs (a memória do sistema) O que aconteceu fica em /var/log e no journald:8 A.8 — Rede vista do host (liga com o Módulo 1) ss -tulpn (ou netstat -tulpn) mostra quais portas estão abertas e qual processo as usa.9 A.9 — Pacotes e atualizações Software vem de gerenciadores de pacote: apt (Debian/Ubuntu), dnf/yum (Fedora/RHEL).10 A.10 — SSH (a porta de entrada dos servidores) SSH é o acesso remoto seguro ao servidor (porta 22 por padrão). Autentica por senha ou, melhor, por chave (um par: privada fica com você, pública no servidor).11 A.11 — Variáveis de ambiente & segredos no host Muitos serviços recebem segredos (chaves de API, senha de banco) por variáveis de ambiente, não por arquivo. Você as vê com printenv ou env.12 B.1 — Como o modelo difere do Linux Registro (Registry): um banco central de configurações (o Linux usa arquivos em /etc; o Windows usa o Registry + arquivos).13 B.2 — Usuários, grupos e administrador Usuário Administrator ≈ root. Grupos como "Administrators", "Users".14 B.3 — Active Directory (AD) — o coração corporativo AD é o sistema que gerencia todos os usuários, computadores e permissões de uma empresa, de forma centralizada (um domínio).15 B.4 — Políticas de Grupo (GPO) GPO aplica configurações e regras de segurança em massa a todos os computadores do domínio (ex.: "todos exigem senha de 12 caracteres"). É a governança técnica do Windows corporat…16 B.5 — Logs e PowerShell Event Viewer / Windows Event Logs: onde ficam os eventos de segurança (logins, criação de conta). Sysmon enriquece esses logs — base do blue team em Windows.

Módulo 3 — Programação para Segurança

Fase 0.3 16 aulas
1 A.0 — Por que um profissional de segurança programa Duas razões, só duas:2 A.1 — Bash (a cola do dia a dia) O shell não é só para rodar comandos — é uma linguagem. Com 4 conceitos você automatiza quase tudo dos seus testes:3 A.2 — Python (o canivete suíço) A linguagem nº 1 da segurança: legível, e a maioria das ferramentas (sqlmap, muitas do pentest) é escrita nela. O mínimo que rende:4 A.3 — JavaScript / TypeScript (a linguagem da web) JS roda nos dois lados (lembra do Módulo 0, seção 0.10):5 A.4 — SQL (a língua dos bancos) Os dados moram em bancos, e você fala com eles por SQL:6 A.5 — JSON (o formato dos dados) Já visto no Módulo 0 (0.8). Aqui, a habilidade é ler criticamente uma resposta JSON:7 A.6 — REST APIs (como programas conversam) Uma API REST expõe endpoints que você aciona com métodos HTTP (Módulo 0, 0.3/0.8):8 A.7 — Autenticação e sessões (onde nascem os bugs de acesso) Como um login funciona, no código:9 A.8 — Git & controle de versão (a máquina do tempo do código) Git guarda o histórico de todo o seu código; GitHub é onde esse histórico vive online. Conceitos mínimos:10 A.9 — Variáveis de ambiente & `.env` (onde segredos DEVEM morar) Regra de ouro: segredo nunca no código. Ele mora em variável de ambiente — um valor que o sistema entrega ao programa em runtime, sem estar escrito no código-fonte.11 A.10 — Dependências & supply chain (o código que você **não** escreveu) Seu app usa dezenas/centenas de pacotes de terceiros (via npm no Node, pip no Python). Você está confiando em código que não leu.12 A.11 — Validação de entrada & regex (o "como" de não confiar no input) Validar não é "tirar o que é ruim" (blocklist, sempre furada) — é aceitar só o que é esperado (allowlist) e recusar o resto.13 B — Labs práticos Faça: troque a lista de paths. Lição: você automatizou o Ex. 2 (matriz de superfície). Qualquer 200 em algo que deveria ser protegido = achado.14 C — Autoavaliação Responda de memória:15 Livros, cursos e recursos deste módulo 🆓 Python (do zero, prático): Automate the Boring Stuff with Python (leitura online gratuita) · freeCodeCamp (Python/JS).16 Aplicação direta ao seu perfil 👤 Não-programador: foque em A.0 (a mentalidade), A.5 (ler JSON), A.7 (como auth funciona) e A.9 (por que segredo não vai no código). Você não vai codar — vai entender e cobrar. I…

✅ Concluído quando: ROE preenchido + quiz do Módulo 0 aprovado + ferramentas instaladas.

NÍVEL 1

Recon e leitura (black-box)

iniciante

Fazer reconhecimento só-leitura: headers, robots.txt, mapear endpoints e registrar achados.

Sem material didático no repositório ainda — o conteúdo deste nível (exercícios 1–36 e o tutorial da primeira sessão) vive fora dele.

✅ Concluído quando: Ex. 1–5 (passos verdes) feitos e registrados + Quiz Nível 1 aprovado.

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NÍVEL 2

Autenticação & superfície oculta

básico

Entender como as pessoas entram; descobrir rotas ocultas e testar isolamento.

Sem material didático no repositório ainda — o conteúdo deste nível (exercícios 1–36 e o tutorial da primeira sessão) vive fora dele.

✅ Concluído quando: Ex. 6–12 + Quiz Nível 2.

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NÍVEL 3

Dados, injeção & SaaS

intermediário

O coração da web: SQLi, XSS, CSRF, access control, RLS.

1 módulo · 9 aulas

Módulo 4 — Segurança Web & API (a primeira grande especialização)

Fase 1 9 aulas
1 A.1 — Frontend × Backend (a fronteira de confiança) Frontend (o que roda no navegador): HTML/CSS/JS. Visível e editável → território do atacante.2 A.2 — A API (o contrato e a superfície) A API é o conjunto de endpoints que o backend expõe. Cada endpoint = método + caminho + o que aceita + o que exige (auth). O mapa de todos os endpoints é a superfície de ataque —…3 A.3 — Banco de dados & camada de dados Os dados moram no banco; o backend fala com ele por SQL ou por um ORM/PostgREST (Supabase). Dois controles centrais:4 A.4 — Autenticação: sessões, cookies, JWT, OAuth Como o app sabe quem é você depois do login:5 A.5 — Autorização: authN ≠ authZ Autenticar (quem é você) não é autorizar (o que pode). Os dois padrões que você vai testar sempre:6 A.6 — WebSockets (canal persistente) Diferente do HTTP (pedido→resposta), o WebSocket abre um canal aberto nos dois sentidos (chat, tempo real). Riscos: aceitar conexão sem token, não validar a origem, e não checar a…7 A.7 — Desenhando o "mapa de confiança" Para qualquer funcionalidade, desenhe o fluxo e marque cada fronteira:8 Livros, cursos e recursos deste módulo 📕 Livro de referência: The Web Application Hacker's Handbook (Stuttard & Pinto) — o clássico. Em PT: Pentest em Aplicações Web (Daniel Moreno).9 Aplicação direta ao seu perfil 👤 Não-programador: foque na Parte A (mapa de confiança) e nas definições das 11 classes — o suficiente para revisar e cobrar. Pule a exploração hands-on pesada.

✅ Concluído quando: Ex. 13–26 + Projeto "Blinde o seu app" + Quiz Nível 3. 🥈 Caçador.

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NÍVEL 4

Atacante real (a cadeia)

intermediário

Pensar como adversário: encadear falhas num ataque completo e escrever o relatório.

1 módulo · 5 aulas

Módulo 5 — Pentest (o ciclo profissional)

Fase 2 5 aulas

✅ Concluído quando: Ex. 16–36 + Relatório de pentest. 🥇 Pentester Jr.

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NÍVEL 5

Multi-stack universal

avançado

Além do projeto: VPS, bancos, GraphQL/gRPC, containers, cloud IAM.

2 módulos · 18 aulas

Módulo 6 — Cloud Security (proteger a infraestrutura moderna)

Fase 3 5 aulas

Módulo 7 — Docker & Kubernetes (segurança de containers)

Fase 4 13 aulas
1 A.1 — O que é um container (e por que não é uma VM) Um container empacota um app + suas dependências numa unidade que roda igual em qualquer lugar. Leve e rápido.2 A.2 — Imagens & Dockerfile O Dockerfile é a receita da imagem: cada instrução vira uma camada.3 A.3 — O modelo de isolamento (namespaces & cgroups) Por baixo, o Docker usa recursos do Linux (que você viu no Módulo 2):4 A.4 — Segurança de container (os controles) Os ajustes que transformam um container inseguro em seguro (aplicam ao seu n8n — Ex. 42, DOC §4.4):5 A.5 — Segurança de imagem (scan & supply chain) Escanear a imagem por CVEs: Trivy (trivy image sua:tag) ou docker scout.6 B.1 — O vocabulário mínimo Kubernetes (K8s) orquestra containers em escala. O essencial:7 B.2 — RBAC (quem pode fazer o quê no cluster) É o IAM do Kubernetes (liga ao Módulo 6): define quais identidades podem fazer quais ações em quais recursos.8 B.3 — Secrets no Kubernetes Os "Secrets" do K8s são codificados em base64 — que não é criptografia (qualquer um decodifica).9 B.4 — Network Policies Por padrão, no K8s todos os pods conversam com todos (rede aberta).10 B.5 — Pod Security (o hardening do pod) — liga ao Ex. 57 O baseline seguro para um pod (padrão "restricted"):11 B.6 — Os ataques de container/cluster Observe: user= vazio = root; id mostra uid 0. Lição: o padrão de muitas imagens é inseguro (A.4).12 Livros, cursos e recursos deste módulo 🆓 Docker: Play with Docker (labs no navegador) · documentação oficial do Docker (seção security).13 Aplicação direta ao seu perfil 👤 Não-programador: foque em A.1 (o que é container) e no conceito de que "container não é VM" + a existência do RBAC. O suficiente para entender o risco.

✅ Concluído quando: Ex. 37–53.

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NÍVEL 6

Especialista por tecnologia

avançado

Vetores difíceis: SSRF, deserialization, request smuggling, container escape.

1 módulo · 13 aulas

Módulo 13 — Engenharia Reversa & Malware (a especialização final)

Fase 10 13 aulas
1 A.1 — Como um programa vira binário Você escreve código em alto nível (C, Go, Rust…); um compilador o traduz para código de máquina — instruções que a CPU executa, guardadas num executável. A engenharia reversa faz…2 A.2 — Assembly & arquitetura de CPU (a ideia, não a decoreba) Assembly é a linguagem mais próxima da máquina — cada linha é uma instrução simples (mover um valor, somar, comparar, saltar). A CPU tem registradores (pequenas "gavetas" super-rá…3 A.3 — Memória: stack e heap Um programa usa memória de duas formas principais:4 A.4 — Formatos de executável Ambos têm cabeçalhos (metadados: onde começa o código, quais bibliotecas usa) e seções (código, dados, strings). A análise estática começa lendo isso.5 B.1 — Análise estática (ler sem rodar) Examinar o binário parado:6 B.2 — Análise dinâmica (rodar e observar) Executar o binário num ambiente controlado e observar o comportamento:7 B.3 — O laboratório seguro ( obrigatório para malware) Antes de tocar em qualquer amostra real:8 C.1 — Para que serve Triagem: isto é malicioso? o quê faz?9 C.2 — O processo 10 C.3 — YARA (assinatura de malware) YARA é a linguagem padrão para descrever e detectar malware por padrões (strings, sequências de bytes). Uma regra YARA vira uma detecção reutilizável — o elo direto com o purple t…11 C.4 — Ofuscação & packing (por que malware se esconde) Malware costuma ser empacotado (comprimido/cifrado) para dificultar a análise — o strings não revela nada até você desempacotar (dinâmica: rodar e capturar a memória já descompact…12 Livros, cursos e recursos deste módulo 📕 Livro de referência: Practical Malware Analysis (Sikorski & Honig) — o clássico da área.13 Aplicação direta ao seu perfil 👤 Não-programador: entenda só o conceito — o que é RE, o que é análise de malware, o que é um IoC. O resto é especialização técnica.

✅ Concluído quando: Ex. 54–60.

NÍVEL 7

Defesa & Operação (Blue Team)

intermediário

Endurecer, detectar e responder: hardening, logs, SIEM, resposta a incidentes.

3 módulos · 17 aulas

Módulo 8 — DevSecOps (segurança dentro do processo)

Fase 5 5 aulas

Módulo 9 — Arquitetura de Segurança (projetar para a falha ser difícil)

Fase 6 7 aulas

Módulo 10 — Blue Team (detectar e responder)

Fase 7 5 aulas

✅ Concluído quando: Labs defensivos + Projeto de detecção. 🛡️ Defensor.

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NÍVEL 8

Maestria & resiliência (Purple)

especialista

A síntese: atacar → detectar → corrigir → comprovar. O capstone purple.

2 módulos · 13 aulas

Módulo 11 — Red Team (pensar como o adversário)

Fase 8 5 aulas

Módulo 12 — Purple Team (atacar para defender melhor)

Fase 9 8 aulas

✅ Concluído quando: Ex. 61–86 + Capstone Purple aprovado. 🟣 Formatura.

PurpleLab // plataforma de treino ofensivo + defensivo // Fase 1 — portal dinamico