Muitos serviços recebem segredos (chaves de API, senha de banco) por variáveis de ambiente, não por arquivo. Você as vê com printenv ou env.
🔒 Por que importa:
- Segredos em env vazam de formas sutis: por
/proc/<PID>/environ(quem lê o processo lê o segredo), por umps auxque mostre a chave na linha de comando (nunca passe segredo como argumento de comando!) e em dumps/mensagens de erro. - Regra: segredo em arquivo com permissão
600(só o dono lê) ou no cofre do serviço; nunca na linha de comando; e o.envsempre no.gitignore. - Verificar:
ls -la .env(deve ser-rw-------, ou seja 600) ·grep -RiE "api[_-]?key|secret|password" /etc /home 2>/dev/null | headpara achar segredo esquecido em texto puro. - Esta é a ponte com o Módulo 3 (A.9), onde está a parte de código (
process.env,.env, Secrets da plataforma).
PARTE B — Windows (panorama conceitual)
O seu stack é Linux, então aqui o objetivo é entender o modelo, não decorar. Mas em ambientes corporativos, Windows + Active Directory é onde a maioria dos ataques reais acontece — vale conhecer.